quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Por que os socialistas temem a liberdade alheia?

Por Itamar Flávio*


“Os socialistas gostam tanto de pobres que em todos os países onde governam eles se encarregam logo de multiplicá-los.”

Sempre que vejo os esquerdistas defendendo a reforma agrária fico a pensar como podem ser tão pretensiosos ao querer planejar a vida dos outros! Eles argumentam que sem a reforma agrária haveria uma migração dos trabalhadores rurais para as periferias das grandes cidades e todos se degradariam, aumentando a miséria e a violência.
Eu aqui continuo a pensar: qual o problema os esquerdistas veriam nesta degradação, já que eles “precisam” do acirramento das contradições de classes? Será que eles não leram mesmo Karl Marx? E tem mais: qual problema os esquerdistas teriam com o aumento da pobreza, já que em todos os países onde governam eles se encarregam de multiplicar o número de pobres? Acho que encontrei a resposta para esse aparente paradoxo.
Garrei a pensar na minha vida na roça, no período em que trabalhei de boia fria e que também trabalhei na pequena chácara do meu pai.  Vida pacata, simples, pobre e sem perspectiva de ascensão. Aí, em meado da década de 1970, não deu mais e o êxodo rural “jogou” todas  as pessoas da minha família na periferia da cidade de Maringá-PR. Ao contrário do que preveem os intelectuais, nenhum homem da minha família virou marginal e nenhuma mulher virou puta.
Trabalhei como pintor de parede, servente de pedreiro e outras atividades correlatas, além de alguns períodos de desemprego. Essa vida urbana que oferecia a possibilidade de me perpetuar nas atividades simples também me possibilitou escolher estudar no período noturno. Num intervalo de 14 anos deixei o caminhão de boia fria e a enxada, que nunca me encantaram, e me tornei professor universitário. E todos os demais membros da minha família melhoraram de vida.
E continuo a pensar o que teria acontecido comigo se eu tivesse permanecido no campo e me conformado com a possibilidade de reforma agrária que tanto encantam os militontos (militantes tontos) universitários! A conclusão que chego não me agrada. Então devo dizer efusivamente: viva o êxodo rural que me jogou na periferia de uma grande cidade; viva a “expropriação” dos camponeses (sei que o mais correto seria expropriação dos lavradores, mas digo camponês pra provocar os nervosinhos).
Então onde está o problema dos esquerdistas, que insistem em apoiar as ações do MST? Ora, o livre êxodo rural permite que as pessoas sejam livres para agir e pensar e isto é o que mais incomoda um esquerdista. Pensar deve ser sempre tarefa para os “iluminados” do Partido. Ao povo cabe receber de bom grado as parcas benesses oferecidas pelo Estado em nome das bandeiras de luta do Partido. Os militantes de baixa patente do MST, ou aqueles que já estão assentados, são pessoas que na verdade são… não pessoas; são serem humanos que agem como se bovinos fossem; são não pessoas que acatam as determinações partidárias e seguem obedientes apoiando até a cleptocracia que governa o Brasil hoje, sob pena de perder as migalhas que recebem como dádivas das bandeiras vermelhas.
E quanto ao Itamar Flávio (me perdoem usar a terceira pessoa), que na segunda metade da década de 1970 foi varrido pelo êxodo rural? Ah, aquele desgraçado, que segundo as profecias dos intelectuais esquerdopatas teria virado um traficante, não teve dono; ele melhorou de vida e hoje tem a ousadia de pensar por conta própria e não obedecer a nenhum aglomerado de ladrões fascistas portadores das bandeiras vermelhas. Ele tem vida própria e denuncia os malefícios do socialismo, os malefícios da estatização e os malefícios do fascismo que norteia a militância de esquerda. Desculpem comunas, eu sou livre. É exatamente isto que os esquerdistas mais temem. Afinal, eles não conseguem conviver com a liberdade dos outros.


*Professor de História Econômica na Universidade Estadual de Maringá-PR.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Relação de brasileiros assassinados por TERRORISTAS DE ESQUERDA, apenas nos meses de DEZEMBRO

VÍTIMAS DO TERRORISMO 

Neste dezembro de 2006, reverenciamos a todos os que, em dezembros passados, tombaram pela fúria política de terroristas. Os seus assassinos, sob a mentira de combater uma ditadura militar, tentavam implantar uma ditadura comunista em nosso País. Para isso, atentaram contra o Brasil, desprezando os direitos humanos verdadeiros e os princípios realmente democráticos.

A essas vítimas o reconhecimento da Democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão:

15/12/67 – Osíris Motta Marcondes (Bancário – SP)

Morto quando tentava impedir um assalto terrorista ao Banco Mercantil, do qual era o gerente.

17/12/69 – Joel Nunes (Sargento - PM – RJ)

Neste dia o PCBR assaltou o Banco Sotto Maior, na Praça do Carmo, no subúrbio carioca de Brás de Pina, de onde foram roubados cerca de 80 milhões de cruzeiros. Na fuga, obstados por uma viatura policial, surgiu um violento tiroteio no qual Avelino Bioni Capitani matou o sargento da PM Joel Nunes. Na ocasião foi preso o terrorista Paulo Sérgio Granado Paranhos.

18/12/69 – Elias dos Santos (Soldado do Exército – RJ)

Paulo Sérgio Granado Paranhos preso no dia anterior ao ser interrogado “abriu” um “aparelho” do PCBR localizado na rua Baronesa de Uruguaiana nº 70, no bairro de Lins de Vasconcelos. Ali, Prestes de Paula, ao fugir pelos fundos da casa, disparou, à queima-roupa, um tiro de pistola .45 no soldado do Exército Elias dos Santos que integrava a equipe que “estourou” o “aparelho”. O soldado Elias morreu momentos depois.

A respeito do soldado Elias, morto em combate no cumprimento do dever o Ternuma recebeu o seguinte comovente e-mail: 

“Fico feliz de achar uma página da Internet a qual faz uma homenagem a uma pessoa que não conheci, mas com certeza, muito especial. Desde pequena vejo minha avó aos prantos lembrar de seu filho Elias dos Santos, morto brutalmente por assassinos terroristas. Não conhecia direito a história, fiquei sabendo agora. Realmente é revoltante saber que a família de Carlos Lamarca tem direitos que minha avó não teve. Não tenho palavras, só agradeço Daniele Esteves”.

10/12/70 – Hélio de Carvalho Araújo (Agente da Polícia Federal – RJ)

No dia 07/12/70 a VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, seqüestrou no Rio de Janeiro, o Embaixador da Suíça no Brasil, Giovani Enrico Bucher.

Participaram, ativamente, da operação os terroristas Adair Gonçalves Reis, Gerson Theodoro de Oliveira, Maurício Guilherme da Silveira, Alex Polaris de Alverga, Inês Etienne Romeu, Alfredo Sirkis, Herbert Eustáquio de Carvalho e Carlos Lamarca.

Após fecharem e paralisarem o carro que conduzia o Embaixador, Carlos Lamarca bateu com um revólver Smith-Wesson, cano longo, calibre .38, no vidro do carro. Abriu a porta traseira e a uma distância de 2 metros atirou, duas vezes, no agente Hélio. Uma das balas seccionou a medula do policial.

Os terroristas levaram o Embaixador e deixaram o agente agonizando. Transferido para o Hospital Miguel Couto, faleceu no dia 10/12/70.

13/12/71 – Hélio Ferreira de Moura (Guarda de Segurança – RJ)

Morto, por terroristas, durante assalto contra um carro transportador de valores da Brink’s, na Via Dutra.

Os mortos acima relacionados não dão nomes a logradouros públicos, nem seus parentes receberam indenizações mas os responsáveis diretos ou indiretos por suas mortes, são impostos `as novas gerações como heróis . Os mortos têm seus nomes em escolas, ruas, estradas e suas famílias recebem indenizações, pagas com os impostos do contribuinte. Os vivos, estão em altos cargos , ditando normas no governo e recebendo indenizações milionárias como "perseguidos políticos" !!!...


domingo, 1 de novembro de 2015

Relação de brasileiros assassinados por TERRORISTAS DE ESQUERDA, apenas nos meses de NOVEMBRO

VÍTIMAS DO TERRORISMO 

MEMORIAL 1935 

MORTOS NA INTENTONA COMUNISTA DE NOVEMBRO DE 1935 

Monumento em homenagem aos heróis que tombaram na covarde tentativa de implantar o o comunismo no Brasil. Praça General Tibúrcio, Praia Vermelha / RJ. Este monumento ocupa hoje o antigo local onde estava sediado o 3º RI, que, sublevado, foi completamente destruído. 
Poucos conhecem seus nomes. Eles morreram na madrugada de 27 de novembro de 1935. Não em combate, mas covardemente assassinados. Alguns dormindo...
Durante todos estes anos, suas famílias, em silêncio resignado, reivindicaram dos governantes, a não ser um mínimo de coerência, a fim de que pudessem acreditar que eles não morrerem em vão. 

01. Abdiel Ribeiro dos Santos - 3º Sargento
02. Alberto Bernardino de Aragão - 2º Cabo
03. Armando de Souza Mello - Major
04. Benedicto Lopes Bragança - Capitão
05. Clodoaldo Ursulano - 2º Cabo
06. Coriolano Ferreira Santiago - 3º Sargento
07. Danilo Paladini - Capitão
08. Fidelis Batista de Aguiar - 2º Cabo
09. Francisco Alves da Rocha - 2º Cabo
10. Geraldo de Oliveira - Capitão
11. Jaime Pantaleão de Moraes - 2º Sgt
12. João de Deus Araújo - Soldado 
13. João Ribeiro Pinheiro - Major
14. José Bernardo Rosa - 2º Sargento
15. José Hermito de Sá - 2º Cabo 
16. José Mário Cavalcanti - Soldado
17. José Menezes Filho - Soldado
18. José Sampaio Xavier - 1º Tenente
19. Lino Vitor dos Santos - Soldado
20. Luiz Augusto Pereira - 1º Cabo
21. Luiz Gonzaga - Soldado
22. Manoel Biré de Agrella - 2º Cabo
23. Misael Mendonça -T.Coronel 
24. Orlando Henrique - Soldado
25. Pedro Maria Netto - 2º Cabo
26. Péricles Leal Bezerra - Soldado
27. Walter de Souza e Silva - Soldado 
28. Wilson França - Soldado 

Vítimas do terrorismo comunista em outros novembros, durante a luta armada. 

12/11/64 - Paulo Macena (Vigia - RJ) 

Morto durante a explosão de uma bomba colocada Cine Bruni, no bairro do Flamengo, no Rio de Janeiro. Bomba deixada por uma organização comunista como protesto pela aprovação da Lei Suplicy que extinguia a UNE ( União Nacional dos Estudantes) e a UBES (União Brasileira de Estudantes secundaristas). Além da morte do vigia, ficaram feridas seis pessoas. 

24/11/67 - José Gonçalves Conceição (Zé Dico) (Fazendeiro - SP) 

Morto por Edmur Péricles de Camargo, integrante da Ala Marighela, durante a invasão da fazenda Bandeirante, em Presidente Epitácio. Zé Dico foi trancado num quarto, torturado e, finalmente, morto com vários tiros. O filho do fazendeiro que tentara socorrer o pai foi baleado por Edmur com dois tiros nas costas. 

07/11/68 - Estanislau Ignácio Correia (Civil - SP) 

Morto pelos terroristas Ioshitame Fugimore, Oswaldo Antônio dos Santos e Pedro Lobo Oliveira, todos integrantes da Vanguarda Popular Revolucionária(VPR), quando roubavam seu automóvel na esquina das ruas Carlos Norberto Souza Aranha e Jaime Fonseca Rodrigues, em São Paulo. 

04/11/69 - Estela Borges Morato (Investigadora do DOPS - SP) 

Morta a tiros quando participava da operação em que morreu o terrorista Carlos Marighela. 

04/11/69 - Friederich Adolf Rohmann (Protético - SP) 

Morto durante a operação que resultou na morte do terrorista Carlos Marighela. 

07/11/69 - Mauro Celso Rodrigues (Soldado PM - MA) 

Morto em uma emboscada, durante a luta travada entre lavradores de terra, incitados por militantes da Ação Popular(AP). 

14/11/69 - Orlando Girolo (Bancário - SP) 

Morto por terroristas durante assalto ao Banco Brasileiro de Descontos(Bradesco). 

Autores : Eduardo Leite ( Bacuri ) pela REDE e Devanir José de Carvalho, pelo MRT 

10/11/70 - José Marques do Nascimento (Civil - SP) 

Garibaldi de Queiroz (Soldado PM - SP) 

Mortos em confronto com terroristas da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) que faziam uma panfletagem armada na Vila Prudente, São Paulo. Autores Yoshitame Fujimori , Ana Maria Nacinovic Correa e Carlos Eugênio Sarmento Coelho da Paz ( Clemente). 

01/11/71 - Nelson Martinez Ponce (Cabo PM - SP) 

Metralhado por Aylton Adalberto Mortati, durante um atentado praticado por cinco terroristas do MOLIPO (Movimento de Libertação Popular), contra um ônibus da Empresa de Transportes Urbano S/A, em Vila Brasilândia, São Paulo. 

10/11/71 - João Campos (Cabo PM - SP) 

Morto na estrada de Pindamonhangaba, ao interceptar um carro que conduzia terroristas armados. 

22/11/71 - José Amaral Vilela (Guarda de segurança - RJ) 

Neste dia os terroristas Sérgio Landulfo Furtado, Norma Sá Ferreira, Nelson Rodrigues Filho, Paulo Roberto Jabour, Thimothy William Watkin Ross e Paulo Costa Ribeiro Bastos assaltaram um carro-forte da firma TRANSPORT, na Estrada do Portela, em Madureira. O guarda José Amaral Vilela foi morto a rajadas de metralhadora e ficaram feridos os guardas Sérgio da Silva Taranto, Emílio Pereira e Adilson Caetano da Silva.Organizações participantes: MR-8 e Var- Palmares 

27/11/71 - Eduardo Timóteo Filho (Soldado PM - RJ) 

Morto por terroristas, durante assalto contra as Lojas Caio Marti. 

09/11/72 - Mario Domingos Panzariello ( Detetive da Polícia Civil - RJ) 

Morto ao pedir documentos à terrorista da ALN Ana Maria Nascimento Furtado 

Seus familiares não receberam indenizações. Em compensação, seus assassinos, se vivos ou seus familiares foram indenizados

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Relação de brasileiros assassinados por TERRORISTAS DE ESQUERDA, apenas nos meses de OUTUBRO

VÍTIMAS DO TERRORISMO 

12/10/68 - Charles Rodney Chandler (Cap. do Exército dos Estados Unidos - SP) 

Herói na guerra com o Vietnã, veio ao Brasil para fazer o Curso de Sociologia e Política, na Fundação Álvares Penteado, em São Paulo/SP. 

No início de outubro /68, um "Tribunal Revolucionário", composto pelos dirigentes da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), Onofre Pinto (Augusto, Ribeiro, Ari), João Carlos Kfouri Quartin de Morais (Manéco) e Ladislas Dowbor (Jamil), condenou o capitão Chandler à morte, porque ele "seria um agente da CIA". 

Os levantamentos da rotina de vida do capitão foram realizados por Dulce de Souza Maia (Judite). 

O capitão Chandler quando retirava seu carro da garagem para seguir para a Faculdade, foi assassinado, friamente, com 14 tiros de metralhadora e vários tiros de revólver, na frente da sua esposa Joan e seus 3 filhos.

O grupo de execução era constituído pelos terroristas 

Pedro Lobo de Oliveira (Getúlio), 

Diógenes José de Carvalho Oliveira (Luis, Leonardo, Pedro) e 

Marco Antônio Bráz de Carvalho (Marquito). 

Diógenes José de Carvalho Oliveira, também conhecido como Diógenes do PT, na década de 90 ingressou nos quadros do PT/RS, sempre assessorando seus líderes mais influentes. Diógenes foi o Presidente do Clube de Seguros da Cidadania de Porto Alegre, orgão encarregado de coletar fundos para o PT. 

João Carlos Kfouri Quartin de Morais é, atualmente Professor Titular de Filosofia e Ciências da UNICAMP e, 

Ladislas Dowbor Professor Titular de Economia da PUC/SP e trabalha no Instituto de Economia da UNICAMP. 

24/10/68 - Luiz Carlos Augusto (civil - RJ) 

Morto, com 1 tiro, durante uma passeata estudantil. 

25/10/68 - Wenceslau Ramalho Leite (civil - RJ) 

Morto, com 4 tiros de pistola Luger 9mm, durante o roubo de seu carro, na avenida 28 de Setembro, Vila Isabel, RJ. 

Autores: Murilo Pinto da Silva (Cesar ou Miranda) e Fausto Machado Freire(Ruivo ou Wilson) ambos integrantes da Organização Terrorista COLINA(Comando de Libertação Nacional). 

04/10/69 - Euclídes de Paiva Cerqueira (Guarda do carro pagador - RJ) 

Morto por terroristas durante assalto ao carro transportador de valores do Banco Irmãos Guimarães. 

06/10/69 - Abelardo Rosa Lima (Soldado PM - SP) 

Metralhado por terroristas numa tentativa de assalto ao Mercado Peg-Pag. 

Autores: Devanir José de Carvalho (Henrique), Walter Olivieri, Eduardo Leite (Bacuri), Mocide Bucherone e Ismael Andrade dos Santos. 

Organizações Terroristas: REDE (Resistência Democrática) e MRT (Movimento Revolucionário Tiradentes). 

07/10/69 - Romildo Ottenio (Soldado PM - SP) 

Morto quando tentava prender um terrorista. 

31/10/69 - Nilson José de Azevedo Lins (Civil - PE) 

Gerente da firma Cornélio de Souza e Silva, distribuidora da Souza Cruz, em Olinda. Foi assaltado e morto quando ia depositar, no Banco, o dinheiro da firma. 

Organização: PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário). 

Autores: Alberto Vinícius Melo do Nascimento, Rholine Sonde Cavalcante Silva, Carlos Alberto Soares e João Maurício de Andrade Baltar. 

27/10/70 - Walder Xavier de Lima (Sargento da Aeronáutica - BA) 

Morto quando, ao volante de uma viatura, conduzia terroristas presos, em Salvador. 

O assassino, Theodomiro Romeiro dos Santos (Marcos) o atingiu, covardemente, com um tiro na nuca. 

Organização: PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário). 

Atualmente, Theodomiro é Juiz do Tribunal Regional do Trabalho, em Recife/PE. 

--/10/71 - Alberto da Silva Machado (Civil - RJ) 

Morto por terroristas do PCR durante assalto à Fábrica de Móveis Vogal Ltda, da qual era um dos proprietários. 

01/10/72 - Luiz Honório Correia (Civil - RJ) 

Morto por terroristas quando do assalto a Empresa de Ônibus Barão de Mauá. 

06/10/72 - Severino Fernandes da Silva e José Inocêncio Barreto (Civis - PE) 

Mortos por terroristas durante agitação no meio rural.

Os mortos acima relacionados não dão nomes a logradouros públicos, nem seus parentes receberam indenizações mas os responsáveis diretos ou indiretos por suas mortes dão nome à escolas, ruas, estradas e suas famílias receberam vultosas indenizações. 

Os que estão vivos, recebem vultosas pensões e ocupam altos cargos públicos. 

Leia mais detalhes no livro A Verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Relação de brasileiros assassinados por TERRORISTAS DE ESQUERDA, apenas nos meses de SETEMBRO

Setembros 

Reverenciamos a todos os que, em setembros passados, tombaram pela fúria política de terroristas. Os seus assassinos, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade queriam implantar uma ditadura comunista em nosso País. Para isso, atentaram contra o Brasil, desprezando os direitos humanos verdadeiros e os princípios realmente democráticos. 

Curiosamente, talvez por conter a Semana da Pátria, os meses de setembro destacavam-se como os mais trágicos de todos os meses manchados pela insânia comunista. 

Como hoje, para eles, a comemoração da efeméride da Independência significava “coisa de militares”, o que açulava o ódio e a gana dos assassinos vermelhos e estimulava o desencadeamento de ações fratricidas. 

A esses heróis, abaixo relacionados, o reconhecimento da Democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão: 

28/09/66 – Raimundo de Carvalho Andrade - (Cabo PM – GO)
Em meados de 1966, eram numerosas as agitações estudantis em várias cidades do Brasil, com numerosos incêndios suspeitos em São Paulo e conflitos no Rio de Janeiro e na Bahia. Apesar da proibição, foi realizado, em Belo Horizonte, o 28º Congresso da UNE, entidade que estabeleceu a data de 22 de setembro para ser o “Dia Nacional de Luta Contra a Ditadura”. 

Tarzan de Castro (Luis, Osvaldo, Rogério, Sérgio), além de líder estudantil em Goiânia, era um militante que, em junho de 1966, havia liderado uma dissidência do Partido Comunista do Brasil (PC do B), que iria formar uma das mais violentas organizações terroristas daquela época, a Ala Vermelha. Preso na Fortaleza de Santa Cruz, em Niterói, chegaram as falsas notícias de que ele havia morrido na prisão e de que seu corpo chegaria no aeroporto de Goiânia à meia noite de 28/09/66, uma quarta feira. 

Em protesto, estudantes, dirigidos por agitadores comunistas, resolveram invadir e ocupar o Colégio Estadual Campinas. A diretora solicitou policiamento. A POLÍCIA MILITAR , então, reuniu os PMs que não faziam parte do policiamento de rua, tais como cozinheiros burocratas, carpinteiros, etc... Por volta das 20:00 horas, quando a “tropa”, armada com fuzis modelo 1908, com tiros de festim, chegou ao colégio – que estava invadido – foi recebida por tiros vindos do seu interior, ocasião em que foi atingido, mortalmente, o cabo Raimundo de Carvalho Andrade que era o alfaiate da corporação. 

A “vítima” viva, Tarzan de Castro, até recentemente destacado empresário do ramo de armazém de estocagens de grãos, com um dos maiores armazéns de Goiás, reivindica atualmente, como “vítima” da Revolução de 31 de março, as seguintes indenizações: 

- Do governo de Pernambuco, pelo seu envolvimento no inquérito do chamado Movimento Julião; 

- Do Governo do Distrito Federal, por haver respondido a inquéritos promovidos pelo Comando Militar do Planalto; 

- Do Governo de Minas Gerais, por ser a sede da Região Judiciária Militar, para onde seguiram seus processos; 

- Do Governo do Estado de Goiás, através da lei estadual nº 14067/010, ao lado de inúmeras outras pessoas catalogadas como “vítimas” da Revolução de 1964, generosa indenização. 

A vítima morta, cabo Raimundo de Carvalho Andrade, que era o alfaiate da Polícia Militar de Goiás, homem simples - não especialista em assuntos de segurança e designado pelos seus superiores para completar uma equipe, visando a coibir os tumultos gerados pelo episódio inverídico ligado a Tarzan de Castro - está esquecida. Não se tem notícia de que seus humildes familiares tenham recebido qualquer indenização ou apoio especial dos governos estadual ou federal (colaboração do co-irmão, Grupo Anhangüera). 

07/09/68 – Eduardo Custódio de Souza - (Soldado PM – SP)
Morto, com sete tiros, por terroristas da ALN qando de sentinela no DEOPS, em São Paulo. 

20/09/68 – Antônio Carlos Jeffery (Soldado PM – SP) 

Morto a tiros quando de sentinela no quartel da então Força Pública de São Paulo (atual PM) no Barro Branco. 

Organização terrorista que praticou o assassinato: Vanguarda Popular Revolucionária. 

Assassinos: 

- Pedro Lobo de Oliveira; 

- Onofre Pinto; 

- Diógenes José Carvalho de Oliveira, atualmente conhecido como o Diógenes do PT, ex-auxiliar de Olívio Dutra no Governo do RS. 

03/09/69 – José Getúlio Borba (Comerciário - SP) 

João Guilherme de Brito (Soldado PM – SP) 

Os terroristas da Ação Libertadora Nacional (ALN) Antenor Meyer, José Wilson Lessa Sabag, Francisco José de Oliveira e Maria Augusta Tomaz, resolveram comprar um gravador na loja Lutz Ferrando, na esquina da Avenida Ipiranga com a Rua São Luis. O pagamento seria feito com um cheque roubado num assalto. Descobertos, receberam voz de prisão e reagiram. Na troca de tiros o guarda civil João Szelacsak Neto ficou ferido com um tiro na coxa e o funcionário da loja, José Getúlio Borba, foi mortalmente ferido. Perseguidos pela polícia o terrorista José Wilson Lessa Sabag matou a tiros o soldado da Força Pública (atual PM) João Guilherme de Brito. Na troca de tiros José Wilson Lessa Sabag foi morto. 

20/09/69 – Samuel Pires (Cobrador de ônibus – SP)
Morto por terroristas quando assaltavam uma empresa de ônibus. 

22/09/69 – Kurt Kriegel (Comerciante - RS)
Morto por terroristas, com três tiros durante assalto ao restaurante de sua propriedade. 

Organização VPR 

30/09/69 – Cláudio Ernesto Canton (Agente da Polícia Federal - SP)
Após ter efetuado a prisão de um terrorista da ALN foi atingido na coluna vertebral, vindo a falecer em conseqüência desse ferimento. 

14/09/70 – Bertolino Ferreira da Silva (Guarda de segurança - SP)
Morto durante assalto praticado pelas organizações terroristas ALN e MRT ao carro pagador da empresa Brinks, no Bairro do Paraíso em são Paulo. 

21/09/70 – Célio Tonelly (Soldado PM - SP)
Morto em Santo André, quando de serviço em uma rádio patrulha tentou deter terroristas que ocupavam um automóvel. 

22/09/70 – Autair Macedo (Guarda de segurança - RJ)
Morto por terroristas, durante assalto a empresa de ônibus Amigos Unidos. 

02/09/71 – Gentil Procópio de Melo (Motorista de praça - PE)
A organização terrorista denominada Partido Comunista Revolucionário determinou que um carro fosse roubado para realizar um assalto. Cumprindo a ordem recebida, o terrorista José Mariano de Barros tomou um táxi em Madalena, Recife. 

Ao chegar ao Hospital das Clínicas, quando fingia que ia pagar a corrida apareceram seus comparsas Manoel Lisboa de Moura e José Emilson Ribeiro da Silva, que se aproximaram do veículo, tendo José Emilson disparado dois tiros que mataram o motorista Gentil Procópio de Melo. 


Cardênio Jayme Dolce, assassinado durante o assalto

02/09/71 – Cardênio Jaime Dolce

- Silvâno Amâncio dos Santos 

- Demerval Ferreira dos Santos (Guardas de segurança - RJ) 

Assalto à Casa de Saúde Dr Eiras

Animados com o resultado do assalto ao Hospital da Ordem Terceira, A CR/GB (Coordenação Regional/Guanabara da ALN – Ação Libertadora Nacional ) planejou o assalto à Casa de Saúde Dr Eiras, em Botafogo. Levantaram o dia do pagamento dos funcionários , 2 de setembro de 1971, e partiram para a ação. Faziam parte do GTA (Grupo Tático Armado): Flávio Augusto Neves Leão Sales , Hélcio Pereira Fortes, Antonio Carlos Nogueira Cabral, Sônia Hipólito, Aurora Nascimento Furtado, Isis Dias de Oliveira , Paulo César Botelho Massa, além de José Milton Barbosa, Antônio Sergio de Matos e Hélber José Gomes Goulart, vindos de São Paulo como reforço.

O GTA entrou em ação com a chegada do carro pagador na casa de saúde.

A guarda de segurança do hospital reagiu ao assalto. Depois de intenso tiroteio, Cardênio Jaime Dolce, Silvano Amâncio dos Santos e Demerval Ferreira dos Santos estavam mortos. Ficaram feridos o médico Dr. Marilton Luiz dos Santos Morais e o enfermeiro Almir Rodrigues de Moraes.

Os assaltantes, além de oitenta mil cruzeiros, levaram as armas dos seguranças mortos.

O jornal Ação nº 2- porta voz das organizações terroristas-, de setembro/outubro/71, fazendo apologia da chacina da Casa de Saúde Dr Eiras, assim justificou os assassinatos:

“A imprensa da ditadura procurou explorar politicamente a morte dos guardas, apresentando-os como vítimas inocentes. No entanto, é preciso ficar bem claro que, consciente ou inconscientemente, naquele momento agiram como defensores dos exploradores e de seu governo, atacando guerrilheiros. Por isso não foram poupados e nem serão aqueles que tomarem a mesma atitude.” 

23/09/72 – Mário Abraim da Silva (Segundo Sargento do Exército - PA)
Pertencia ao 2º Batalhão de Infantaria de Selva, com sede em Belém. Sua Companhia foi deslocada para combater a guerrilha na região do Araguaia. Morto em combate, durante um ataque guerrilheiro no lugarejo de Pavão, base do 2º Batalhão de Selva. 

??/09/72 – Osmar (Posseiro - PA)
"Justiçado" na região do Araguaia pelos guerrilheiros por ter permitido que uma tropa de para-quedistas acampasse em suas terras. 

27/09/72 – Sílvio Nunes Alves (Bancário - RJ)
Assassinado em assalto ao Banco Novo Mundo, na Penha, pelas organizações terroristas PCBR – ALN – VPR – Var Palmares e MR8. Autor do assassinado: José Selton Ribeiro. 

Os mortos aqui relacionados não dão nomes a logradouros públicos, nem seus parentes receberam indenizações, mas os responsáveis diretos ou indiretos por suas mortes dão nome a escolas, ruas, estradas e suas famílias receberam vultosas indenizações, pagas com o dinheiro do contribuinte. 



TERNUMA REGIONAL BRASÍLIA ( ternumabrasilia@terra.com.br

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segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Você quer ser violentado com baioneta por discordar do PT? Então lute pela liberdade.



O blog Implicante lembrou hoje do lançamento de um ótimo livro venezuelano, intitulado “Testimonios de La Repression” (Testemunhos da Repressão), escrito pelo jornalista Carlos Javier Arencibia e lançado este mês. O livro mostra que em 2014 o governo chavista prendeu 3.765 pessoas, de acordo com dados da ONG Foro Penal, em meio a gravíssimas denúncias de violações dos direitos humanos. O jornalista entrevistou 16 jovens que foram detidos durante a onda de protestos contra Maduro, dos quais dois continuam presos. Todos eles afirmaram ter sido vítimas da violência descontrolada de agentes da Polícia Nacional Bolivariana (PNB), Guarda Nacional Bolivariana (GNB) e do Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin).



Um dos relatos mais aterradores é o de Juan Manuel Carrasco, de 21 anos, um estudante da cidade de Valencia, no estado Carabobo. Como muitos outros jovens, Juan Manuel decidiu sair às ruas para “resistir” aos ataques do governo Maduro contra seus opositores. O estudante confessou ter sido estuprado com um fuzil.

– Você ainda vê nos olhos de Juan Manuel a dor, como se ele fosse estuprado todos os dias – disse Arencibia. – O livro é uma homenagem aos 49 mortos do ano passado e a todos os jovens que tiveram a valentia de defender a necessidade de uma mudança democrática […]

Para Arencibia, que no ano passado participou das chamadas “praças da resistência” (grupos de jovens que acampavam em praças como forma de protesto), a repressão não terminou. O jornalista assegurou que presos políticos como o líder do partido Vontade Popular, Leopoldo López, e o prefeito cassado de San Cristóbal, Daniel Ceballos, “são torturados permanentemente”.

– Leopoldo e Ceballos são surrados, maltratados física e psicologicamente. Alguns dos jovens que ainda estão presos passam semanas sem ver a luz do sol. Estão em porões, doentes e também são torturados – conta o autor do livro.

Um dos que continua preso é Raúl Emilio Baduel, filho do general reformado Raúl Isaias Baduel, um ex-aliado de Chávez, que rompeu com o governo em 2007 e em 2009 foi preso, acusado de corrupção quando era ministro da Defesa. Raúl Emilio foi detido na cidade de Maracay, junto com Alexander Tirado, que também continua atrás das grades.

– Eles estavam participando de uma manifestação pacífica. A resolução judicial diz que foram presos porque tinham em suas mãos objetivos de interesse criminalístico, neste caso, um megafone – contou Arencibia, que teve contato com ambos estudantes, numa das sedes do Sebin.

Segundo o jornalista, ambos sofreram uma das piores violações dos direitos humanos. Os policiais cobriram seus rostos e atiraram inseticida.

– São torturas do nível das praticadas pelas ditaduras das décadas de 70 e 80. No caso de Raúl Emilio, está claro que é uma prisão política, uma vingança por ser filho de Baduel – assegurou o autor do livro.

Outro dos casos que comoveu Arencibia foi o de Marvinia Jiménez, que passou somente três dias na prisão, mas, segundo o autor, “foi surrada com extrema violência”. Marvinia sofre uma doença em seus ossos e, mesmo sabendo isso, agentes da PNB e da GNB chegaram a bater nela com um capacete, revelou o livro.

– Marvinia mentiu e disse que estava grávida, na tentativa de escapar da violência, mas os agentes, até mesmo mulheres, a maltrataram ainda mais e chegaram a dizer que graças a Deus ela perderia o bebê – disse Arencibia.

Semana passada, o presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, referiu-se ao livro em seu programa semana de TV como uma ficção da oposição, “uma espécie de conto de terror”.

Mas a tal comitiva picareta, com senadores bolivarianos como Lindbergh Farias, Roberto Requião e Vanessa Grazziotin, garante que “não há violações à democracia” na Venezuela. Sim, pois na ótica bolivariana, qualquer opressão que fizerem sempre será “democrática”. O endosso ao barbarismo venezuelano sempre será pleno por parte dos petistas e suas linhas auxiliares, pois é exatamente isso que eles ambicionam para todos nós.

Lutar contra o PT e suas linhas auxiliares é lutar para não termos o mesmo destino do sofrido povo venezuelano.

sábado, 1 de agosto de 2015

Relação de brasileiros assassinados por TERRORISTAS DE ESQUERDA, apenas nos meses de AGÔSTO

VÍTIMAS DO TERRORISMO 

Reverenciamos a todos os que, em agostos passados, tombaram pela fúria política de terroristas. Os seus assassinos, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade queriam implantar uma ditadura comunista em nosso país. Para isso, atentaram contra o Brasil, desprezando os direitos humanos verdadeiros e os princípios realmente democráticos. 

A esses heróis o reconhecimento da Democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão:

20/08/69 – José Santa Maria (Gerente de Banco – RJ)

Morto por terroristas que assaltaram o Banco de Crédito Real de Minas Gerais, do qual era gerente. 

25/08/69 – Sulamita Campos Leite (Dona de casa – PA)

Parente do terrorista Flávio Augusto Neves Leão Salles.

Morta na residência dos Salles, em Belém, ao detonar, por inadvertência, uma carga de explosivos escondida pelo terrorista. 

31/08/69 – Mauro Celso Rodrigues (Soldado PM - MA)

Morto quando procurava impedir a luta entre proprietários e posseiros, incitada por movimentos subversivos. 

12/08/70 – Benedito Gomes (Capitão do Exército – SP)

Morto por terroristas, no interior do seu carro, na Estrada Velha de Campinas. 

19/08/70 – Vagner Lúcio Vitorino da Silva (Guarda de segurança – RJ)

Morto durante assalto do Grupo Tático Armado da organização terrorista MR8, ao Banco Nacional de Minas Gerais, no bairro de Ramos.

Sônia Maria Ferreira Lima foi quem fez os disparos que o mataram. Participaram, também, dessa ação os terroristas Reinaldo Guarany Simões, Viriato Xavier de Melo Filho e Benjamim de Oliveira Torres Neto, os dois últimos recém chegados do curso em Cuba.

29/08/70 – José Armando Rodrigues (Comerciante - CE)

Proprietário da firma Ibiapaba Comércio Ltda. Após ter sido assaltado em sua loja, foi seqüestrado, barbaramente torturado e morto a tiros por terroristas da ALN. Após seu assassinato seu carro foi lançado num precipício na serra de Ibiapaba, em São Benedito, CE. 

Autores: Ex-seminaristas Antônio Espiridião Neto e Waldemar Rodrigues Menezes, ( autor dos disparos), José Sales de Oliveira, Carlos Timoschenko Soares de Sales, Francisco William de Montenegro Medeiros, Gilberto Telmo Sidney Marques.

Os mortos acima relacionados não dão nomes a logradouros públicos, nem seus parentes receberam indenizações mas os responsáveis diretos ou indiretos por suas mortes dão nome à escolas, ruas, estradas e suas famílias receberam vultosas indenizações, pagas com o nosso dinheiro. 

fonte: TERNUMA REGIONAL BRASÍLIA ( ternumabrasilia@terra.com.br)